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Dois candidatos do sistema! O segundo quer meter a mão no pote!
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Dois candidatos do sistema! O segundo quer meter a mão no pote!

Resumo

A segunda volta eleitoral coloca frente a frente dois candidatos que representam a continuidade do mesmo modelo de poder, apesar da retórica de mudança. André Ventura e António José Seguro aceitam sem reservas o estado social como mecanismo de extorsão, a submissão regulatória a Bruxelas e as restrições à propriedade privada nas relações laborais. Nenhum questiona o alinhamento incondicional com as prioridades estratégicas externas, incluindo o envio de recursos para a Ucrânia.

A falsa oposição entre direita e esquerda mascara um consenso real: o estado continua a extrair riqueza dos produtores para redistribuir migalhas segundo critérios políticos. A única divergência permitida no debate é quem controla o saque — se uma mão nova ou as mesmas de sempre — deixando intacto o mecanismo de coerção fiscal. Enquanto a discussão permanecer confinada aos limites do regime, não existe escolha genuína, apenas teatro.

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  • O contribuinte que vê o seu salário desaparecer em impostos - vai perceber que ambos os candidatos defendem o mesmo sistema de extracção fiscal
  • O pequeno empresário sufocado por regulamentos e leis laborais rígidas - vai entender que a falsa propriedade privada em Portugal o impede de gerir livremente a sua empresa
  • O eleitor cansado da falsa oposição entre direita e esquerda - vai descobrir que o debate político é apenas teatro para manter o saque à população

Ilusão de Escolha - Os media apresentam a eleição como um "momento decisivo da democracia" entre duas alternativas, quando ambos os candidatos aceitam sem reservas o mesmo modelo de extorsão fiscal, submissão a Bruxelas e estado omnipresente.
Eufemismo - O estado baptiza de "solidariedade" e "estado social" o mecanismo de apropriação coerciva do rendimento dos produtores, linguagem que Ventura e Seguro adotam sem questionar a natureza extorsiva do sistema.
Consenso Fabricado - O regime apresenta como fora do debate legítimo questões fundamentais como a submissão europeia, o envio de recursos à Ucrânia ou a falsa propriedade privada, confinando a discussão a quem controla o saque à população.

  1. 1Propriedade privadaDireito de usar, vender ou ceder o que é teu sem interferência alheia.

    É o controlo real sobre os teus bens e recursos, sem terceiros a ditarem o que podes fazer. O artigo mostra que em Portugal não existe propriedade verdadeira, pois o estado obriga a manter contratos de trabalho contra a vontade do dono. Se não podes escolher quem trabalha na tua empresa, não és dono dela.

  2. 2Liberdade de associaçãoDireito de escolher com quem queres colaborar ou não colaborar.

    Cada pessoa deve poder decidir livremente com quem se associa ou de quem se separa, sem imposição externa. O texto denuncia que as leis laborais obrigam empregadores a manter relações contra a sua vontade. Obrigar alguém a colaborar com quem não quer é agressão, não justiça.

  3. 3Não-intervençãoPrincípio de não interferir em conflitos que não são nossos.

    Um país não deve meter-se em guerras ou disputas estrangeiras que não afectam directamente os seus cidadãos. O artigo critica o envio de dinheiro, armas e eventualmente tropas para a Ucrânia sem discutir o interesse nacional. Portugal age como vassalo em vez de país independente.

  4. 4estado socialSistema que toma rendimentos de uns para dar a outros.

    O estado apropria-se da maior parte do rendimento de quem produz através de impostos e contribuições obrigatórias. Depois redistribui migalhas segundo critérios políticos e chama-lhe solidariedade. Na prática é transferência forçada de riqueza, não caridade voluntária.

  5. 5Extracção de riquezaImpostos vistos como roubo organizado pelo estado.

    O estado tira aos cidadãos o que produziram sem o seu consentimento genuíno. O artigo fala em "obediência fiscal" e "saque à população" para descrever este processo. Quem trabalha e produz fica com cada vez menos do fruto do seu esforço.

  6. 6ContratoAcordo voluntário entre duas partes livres e iguais.

    Base de todas as relações económicas numa sociedade livre: cada um entra e sai quando quiser, sem coacção. O artigo mostra que em Portugal o contrato de trabalho não é verdadeiro, pois o estado proíbe o despedimento livre. Não há contrato quando uma das partes é forçada a ficar contra a sua vontade.

  7. 7RegimeSistema de poder que se protege a si próprio de mudanças reais.

    Conjunto de partidos, regras e interesses que governam um país e impedem qualquer ameaça ao seu controlo. O texto diz que Ventura e Seguro são "produtos acabados do sistema" que nunca põem em causa a extracção de riqueza. O regime tolera barulho mas esmaga quem o ameaça de verdade.