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Não, não vou votar “seguro”
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Não, não vou votar “seguro”

Resumo

Portugal tem sido alvo de operações de manipulação psicológica que instrumentalizam o medo para garantir a submissão da população. Narrativas sobre ameaças existenciais — desde alterações climáticas até pandemias — são repetidas pelos meios de comunicação social para justificar mais controlo estatal e menos liberdade individual.

O estado explora o instinto de segurança para expandir o seu poder, ao aumentar impostos e regulamentos enquanto promete proteção contra ameaças frequentemente exageradas. A verdadeira segurança não vem da obediência a burocratas, mas da liberdade individual e da capacidade de cada pessoa tomar as suas próprias decisões sem coerção governamental.

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  • O eleitor indeciso que vota sempre no "menos mau" - vai reconhecer o padrão de medo que o tem mantido refém de partidos que nunca resolveram nada
  • O trabalhador que cumpriu religiosamente todas as regras durante a pandemia - precisa de perceber como a obediência cega foi instrumentalizada para expandir o poder estatal
  • O jovem adulto desiludido com a política tradicional - vai encontrar aqui argumentos para questionar narrativas oficiais e recuperar a sua capacidade de pensamento crítico

Criação de Ameaças Invisíveis - O estado fabrica inimigos incompreensíveis para o cidadão comum — CO2, buraco do ozono, vírus, russos — transformando-os em ameaças existenciais que justificam submissão imediata, mais impostos e mais poder estatal.
Apelo ao Medo - A narrativa estatal explora sistematicamente o instinto de fuga, prometendo segurança apenas através da obediência: "se não obedeceres, o colapso está ao virar da esquina; se não apoiares quem te dizem para apoiar, a catástrofe será inevitável".
Falsa Ausência de Alternativas - O estado apresenta a submissão como única opção viável, ocultando que as "soluções" implicam sempre mais impostos, mais custos e mais expansão do poder — nunca a liberdade individual ou a responsabilidade pessoal.

  1. 1ImpostosPagamentos obrigatórios que o estado extorque aos cidadãos.

    Tributos cobrados sob ameaça de prisão ou multa. O artigo mostra como cada nova crise justifica mais impostos — do clima à pandemia. O IVA em Portugal é 23%, acima do dízimo medieval de 10%.

  2. 2estadoOrganização que reclama o uso exclusivo da força num território.

    Entidade que promete protecção mas expande constantemente o seu controlo. O texto descreve como usa crises para aumentar poder. Durante a pandemia, fechou negócios e limitou liberdades por decreto.

  3. 3ProduçãoCriação de bens ou serviços com valor real para outros.

    Base de toda a riqueza genuína numa sociedade livre. O artigo critica milhões que receberam subsídios sem produzir durante os confinamentos. Imprimir dinheiro não cria riqueza — gera inflação.

  4. 4Medo como controloTática de usar ameaças para obrigar à obediência.

    Narrativas de catástrofe iminente justificam sempre mais impostos e regras. O artigo cita CO2, vírus, russos, buraco do ozono. Cada crise exige sacrifícios que nunca acabam.

  5. 5ConformidadeAceitação passiva de regras sem questionar a razão.

    Obediência vendida como virtude pela propaganda governamental. O texto fala de rituais como máscaras e desinfecção cumpridos cegamente. Muitos denunciaram vizinhos por violarem confinamentos.

  6. 6Ciência estatalInvestigação paga por impostos que serve interesses políticos.

    Especialistas financiados pelo estado descobrem o que o governo precisa para justificar mais poder. O texto compara estes técnicos a sacerdotes modernos. Estudos climáticos dependentes de verbas públicas tendem a exagerar riscos.

  7. 7SubmissãoAceitação da autoridade em troca de suposta protecção.

    A maioria prefere obedecer a enfrentar a responsabilidade da liberdade. O artigo descreve pessoas que trocaram liberdades por promessas de segurança no sofá. O voto útil é submissão ao medo do mal menor.

  8. 8Poder estatalCapacidade do estado para impor a sua vontade.

    Cresce com cada crise declarada mas raramente diminui depois. O artigo mostra como cada ameaça traz mais controlos e custos. Medidas excepcionais da pandemia tornaram-se permanentes.

Não, não vou votar “seguro”