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Imposto de 3 euros da UE sobre encomendas: roubo legal

Análise Libertária

A União Europeia prepara-se para impor uma nova taxa de 3€ sobre encomendas de baixo valor provenientes de países terceiros a partir de julho de 2026. A medida é justificada como forma de garantir "justiça" e "segurança", eliminando a atual isenção de direitos aduaneiros. Na prática, trata-se de mais um imposto disfarçado de proteção do consumidor, que só aumenta a carga fiscal sobre quem já paga impostos excessivos. O argumento oficial é propaganda para fazer as pessoas aceitarem mais um encargo, sem qualquer benefício real para a segurança ou para a concorrência leal.

A justificação oficial de que a taxa de 3€ resolve problemas de segurança ou subvalorização das encomendas é uma farsa. Como explica o autor, não deveria haver impostos nas fronteiras, pois já pagamos impostos locais e de segurança social. A taxa é apenas um custo adicional que não resolve nada, servindo apenas para encher os cofres da burocracia europeia. A ideia de "igualdade de condições" é uma piada: os consumidores europeus pagam impostos elevados, enquanto os compradores na China não enfrentam a mesma carga. A verdadeira causa do campo de jogo desigual são as próprias políticas fiscais da UE, que impõem impostos excessivos sobre cidadãos e empresas.

As empresas locais na UE têm de cobrar IVA, que pode chegar a 27% em alguns países, enquanto concorrentes estrangeiros não o fazem. O autor dá o exemplo de um negócio na Estónia, onde o IVA é de 20%, para ilustrar como os impostos tornam os produtos locais mais caros. A complexidade e o peso dos impostos sobre as pequenas empresas são asfixiantes, destruindo a competitividade europeia. Os lucros de uma empresa são reduzidos por vários impostos: imposto sobre dividendos, imposto sobre o rendimento e contribuições para a segurança social. De 100€ de lucro, o empresário pode ficar com apenas 30€ após todos os impostos, o que é uma erosão brutal do esforço produtivo.

A burocracia e os impostos na UE tornam a produção local extremamente cara, enquanto produtos de fora, como da China, podem ser vendidos a preços muito mais baixos. O custo final de um produto europeu é inflacionado por múltiplas taxas e regulamentações, que nada têm a ver com qualidade ou inovação. A culpa não é dos produtores estrangeiros, mas sim do sistema fiscal e burocrático da UE, que pune quem produz dentro das suas fronteiras. Todos os impostos, incluindo segurança social, férias pagas e imposto sobre as sociedades, são embutidos nos preços finais dos produtos e serviços. O autor dá o exemplo de uma refeição de 40€, cujo preço reflete toda esta carga fiscal, mostrando a insanidade do sistema.

Apesar dos impostos elevados, os serviços públicos falham e a qualidade de vida piora, com pobreza, sem-abrigo e degradação urbana em cidades como Paris e Bruxelas. O autor critica a "redistribuição socialista" promovida por burocratas não eleitos em Bruxelas, que nunca criaram riqueza mas decidem como gastá-la. O dinheiro dos impostos desaparece em burocracia ineficiente, enquanto os cidadãos veem os seus rendimentos confiscados sem retorno. A ideia de que os ricos devem pagar mais impostos é refutada: isso só aumenta os preços para todos, especialmente para os mais pobres. Se as empresas pagassem menos impostos, os produtos seriam mais acessíveis, beneficiando toda a população.

A União Europeia é um esquema absoluto que apenas beneficia burocratas e políticos, não os cidadãos comuns. A taxa de 3€ afetará pequenas empresas europeias que vendem produtos como joias, discos de vinil e artesanato, e não as grandes corporações. A falta de protestos contra estas medidas mostra como a população foi anestesiada pela propaganda estatal, aceitando cada novo imposto como inevitável. A Europa torna-se cada vez menos competitiva, enquanto a burocracia cresce e a liberdade económica encolhe. O resultado é um continente mais pobre, com menos oportunidades e mais dependência do estado.

A verdade é que a União Europeia não é uma união de povos livres, mas sim um mecanismo de extração fiscal que beneficia uma elite burocrática. Cada nova taxa, cada regulamento, cada diretiva afasta a Europa do mercado livre e aproxima-a do controlo centralizado. Os cidadãos europeus pagam impostos elevados e recebem serviços públicos decadentes, enquanto os burocratas em Bruxelas vivem à grande. A solução não é mais impostos ou mais regulação, mas sim a eliminação de barreiras fiscais e a devolução da liberdade aos indivíduos. Enquanto a UE continuar a tratar os cidadãos como vacas leiteiras, a pobreza e a estagnação serão o seu destino inevitável.

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  • O pequeno empresário de comércio eletrónico - vai reconhecer no artigo o retrato exato do que enfrenta: cada encomenda vinda de fora da UE passa a pagar mais 3 euros, e o problema não é a concorrência chinesa, é a montanha de impostos que o estado e a UE já lhe cobram. Se não perceber isto, continuará a acreditar que a solução é mais taxa, quando cada taxa nova lhe rouba clientes e margem.
  • O assalariado que pede mais impostos às empresas - vai descobrir que o IVA, a segurança social e o imposto sobre as sociedades não saem do bolso das empresas, saem do bolso dele quando compra qualquer produto. Ao pedir mais taxas sobre as corporações, está a pedir que o preço do supermercado suba e que o seu salário valha menos, tudo para alimentar a máquina estatal.
  • O consumidor que compra música, roupa ou artesanato fora da UE - vai perceber que os 3 euros por encomenda são apenas a ponta visível de um confisco que já está embutido em cada preço que paga. A nova taxa não torna nada mais seguro nem mais justo; apenas castiga quem quer comprar onde é mais barato e lembra que o dinheiro no bolso é dele, não do estado.

Eufemismo - A UE designa a taxa de 3€ como "medida de justiça e segurança", quando na prática é um novo imposto sobre consumidores que já pagam IVA e outros encargos, usando linguagem positiva para disfarçar o aumento da carga fiscal.
Apelo ao Medo - A UE justifica a taxa com a necessidade de "garantir segurança" contra encomendas subvalorizadas ou perigosas, explorando o receio dos cidadãos para aceitar uma medida que na verdade serve para aumentar a receita fiscal e proteger o monopólio estatal.
Falsa Simetria - A UE alega que a taxa cria "igualdade de condições" entre empresas locais e estrangeiras, ignorando que a verdadeira desigualdade é causada pelos próprios impostos e burocracia europeus que encarecem a produção local, e não pela ausência de taxas nas importações.

  1. 1Imposto sobre encomendas de baixo valor (Low-value parcel tax)Taxa alfandegária sobre compras fora da UE.

    É uma taxa cobrada pelo estado sobre produtos comprados fora da UE. Neste artigo, a UE impõe 3 euros por encomenda a partir de 1 de julho de 2026. O autor mostra que a medida não resolve a segurança dos produtos, apenas os torna mais caros. Quem paga é o consumidor europeu, não as empresas estrangeiras. Isto é um imposto disfarçado de proteção, que aumenta o preço final e reduz a liberdade de comprar onde se quer.

  2. 2Protecionismo (Protectionism)Barreiras para favorecer produtores locais.

    É a política de impor taxas ou restrições a produtos estrangeiros para proteger empresas nacionais. A UE justifica a taxa de 3 euros como forma de criar "igualdade de condições". Mas, como o artigo mostra, isso é falso: os consumidores europeus pagam mais, enquanto os produtores locais continuam a sofrer com a carga fiscal. O protecionismo não resolve a falta de competitividade, apenas pune quem quer comprar fora.

  3. 3Carga fiscal (Tax burden)Total de impostos que pesa sobre cidadãos e empresas.

    É a soma de todos os impostos que uma pessoa ou empresa tem de pagar ao estado. O artigo dá o exemplo de Portugal: um produto de 100 euros, com IVA de 23%, custa 123 euros ao consumidor. Depois de impostos sobre lucros e dividendos, o empresário fica com cerca de 30 euros. Esta carga excessiva torna as empresas europeias não competitivas e encarece a vida de todos.

  4. 4IVA (VAT (Value Added Tax))Imposto sobre o consumo que encarece tudo.

    É um imposto cobrado em cada venda, que o consumidor final acaba por pagar. Na UE, pode chegar a 27%. No artigo, o autor explica que o IVA é um dos muitos impostos que aumentam o preço dos produtos. Mesmo que a empresa o recolha, é o cliente que o suporta. Este imposto distorce os preços e penaliza quem trabalha e consome.

  5. 5Imposto sobre o rendimento das empresas (Corporate income tax)Imposto sobre os lucros das empresas.

    É um imposto que incide sobre o lucro das empresas. No artigo, o autor mostra que, em Portugal, a taxa pode ser de 30%. Este imposto reduz o lucro do empresário, que depois ainda paga impostos sobre dividendos ou salários. No fim, o estado fica com grande parte do valor criado. Isto desincentiva o investimento e a produção.

  6. 6Imposto sobre dividendos (Dividend tax)Imposto sobre os lucros distribuídos aos acionistas.

    É um imposto cobrado quando uma empresa distribui lucros aos seus donos. No artigo, o autor menciona que em Portugal a taxa é de 28%, com possibilidade de redução para 14% em certos casos. Isto significa que o empresário paga imposto sobre o lucro da empresa e depois novamente sobre o que recebe. É uma dupla tributação que reduz ainda mais o rendimento real.

  7. 7Dupla tributação (Double taxation)O mesmo rendimento é tributado mais do que uma vez.

    Ocorre quando o mesmo dinheiro é tributado em várias fases. No artigo, o lucro da empresa é tributado primeiro pelo imposto sobre o rendimento, e depois os dividendos são tributados novamente. Isto faz com que o empresário fique com uma fração mínima do valor criado. É uma forma de o estado retirar riqueza de forma repetida, desincentivando o trabalho e o investimento.

  8. 8Redistribuição de riqueza (Wealth redistribution)estado tira de uns para dar a outros.

    É a política de o estado retirar dinheiro de uns cidadãos para dar a outros, ou para sustentar a sua própria máquina. O artigo mostra que os impostos pagos pelos consumidores e empresários vão para os cofres do estado, que depois gasta em burocracia e projetos inúteis. Isto não é justiça social, é confisco legalizado. Quem trabalha e produz é penalizado, enquanto o estado cresce.

  9. 9Concorrência justa (Fair competition)Igualdade de condições no mercado.

    É a ideia de que todos os participantes no mercado devem ter as mesmas regras. A UE alega que a taxa de 3 euros cria concorrência justa, mas o artigo mostra que isso é falso. Na realidade, os produtores europeus são esmagados por impostos e burocracia, enquanto os chineses não têm esses custos. A solução não é taxar importações, mas reduzir a carga fiscal para que os europeus possam competir.

  10. 10Custo de vida (Cost of living)Quanto custa viver num determinado lugar.

    É o valor necessário para pagar bens e serviços essenciais. O artigo explica que o custo de vida na UE é alto porque os impostos estão embutidos nos preços. Quando se compra uma refeição de 40 euros, grande parte é imposto. Isto torna a vida mais difícil para todos, especialmente para os mais pobres. Reduzir impostos baixaria os preços e melhoraria a qualidade de vida.