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Três em cada quatro portugueses estão preocupados com a
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Três em cada quatro portugueses estão preocupados com a

A SIC Notícias, megafone do aparelho mediático dependente do estado, amplifica o Digital News Report Portugal 2026 para vender a narrativa de que a "desinformação" é uma ameaça estrutural que exige mais controlo. O artigo embrulha a ansiedade dos portugueses como justificação para censura e regulação digital, normalizando a ideia de que o estado e os seus "jornalistas profissionais" são os únicos árbitros da verdade. Na realidade, o que o estudo omite é que os maiores produtores de desinformação são precisamente os meios financiados por subsídios e publicidade institucional, que confundem propaganda com informação.

Fonte de propaganda estatal

Conteúdo difundido por uma fonte financiada, protegida ou condicionada pelo estado, usado para normalizar coerção, burocracia e dependência política.

Apelo à autoridade - O artigo recorre a uma investigadora da Ober Com e ao Reuters Institute for the Study of Journalism para validar a narrativa, sem questionar os interesses institucionais por trás destas entidades: "a investigadora da Ober Com Ana Pinto Martinho" e "Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) da Universidade de Oxford".
Criação de pânico moral - A peça amplifica artificialmente a preocupação, tratando-a como uma "disposição amplamente disseminada, estrutural e socialmente marcada", o que justifica futuras medidas de controlo: "a preocupação com a desinformação online voltou a intensificar-se em 2026" e "deixou de ser uma preocupação periférica ou conjuntural: tornou-se uma disposição amplamente disseminada".
Falsa dicotomia - O artigo opõe "informação jornalística credível" a "conteúdos enganosos", como se o jornalismo profissional fosse intrinsecamente fiável e a desinformação viesse apenas de fontes externas, ignorando o papel dos próprios meios na distorção: "os portugueses distinguem cada vez mais entre informação jornalística credível e conteúdos enganosos que circulam nos ambientes digitais".

Análise Libertária

A SIC Notícias publica que 76% dos portugueses estão preocupados com a desinformação, segundo o Digital News Report Portugal 2026. Este estudo, produzido pelo Ober Com em parceria com a Universidade de Oxford, serve para normalizar a narrativa de que a população precisa de proteção contra conteúdos falsos. O que o artigo omite é que os próprios meios de comunicação social são os maiores produtores de desinformação e notícias falsas. A dependência de salários, publicidade institucional e subsídios estatais transforma estes órgãos em megafones do poder, não em observadores imparciais. A preocupação fabricada serve para justificar mais controlo sobre a liberdade de expressão.

A investigadora Ana Pinto Martinho afirma que "a preocupação com a desinformação voltou a aumentar em 2026", mas não questiona quem define o que é desinformação. O estado e os seus media aliados têm o poder de rotular qualquer opinião divergente como falsa, desde críticas ao governo até análises económicas alternativas. Esta "preocupação" é uma arma política para silenciar vozes que desafiam o consenso oficial. O estudo coloca Portugal ao lado de países como Nigéria e Quénia, mas ignora que nesses locais a censura estatal é ainda mais agressiva. A comparação serve para criar pânico moral e exigir medidas repressivas.

O relatório destaca que a preocupação é mais intensa entre quem confia no "jornalismo profissional", atingindo 85%. Isto revela um ciclo vicioso: quem mais consome propaganda estatal mais teme a desinformação, e quanto mais teme, mais exige regulação. O jornalismo profissional, financiado por impostos e anúncios públicos, é o principal veículo de distorção da realidade. Em vez de educar o público para o pensamento crítico, estes media promovem a dependência de uma "verdade oficial" definida por burocratas. A solução não é mais controlo, mas sim mais liberdade para que o mercado de ideias filtre naturalmente o que é credível.

Os dados mostram que a preocupação subiu de 71% para 76% num ano, um aumento de cinco pontos percentuais. Esta subida coincide com o aumento da censura digital e da regulação de conteúdos em Portugal. O estado português, alinhado com a União Europeia, tem pressionado as plataformas digitais a remover conteúdos "perigosos", criando um ambiente de medo. A desinformação, como o artigo admite, "deixou de ser uma preocupação periférica" e tornou-se estrutural, mas apenas porque o estado a transformou num problema político. A verdadeira desinformação é a que vem dos governos e dos seus porta-vozes mediáticos.

A distribuição sociodemográfica indica que a preocupação é maior entre os mais velhos, escolarizados e com maiores rendimentos. Isto sugere que são precisamente os grupos que mais consomem media tradicional que mais internalizam o pânico. As mulheres jovens entre 18 e 24 anos mostram 70% de preocupação, contra 57% dos homens, o que revela uma engenharia social baseada no género. O estado quer que as mulheres se sintam vulneráveis e dependentes da proteção estatal, em vez de confiarem na sua própria capacidade de discernimento. A solução libertária é a educação para a liberdade, não a infantilização da população.

O estudo integra 48 mercados e mais de 97 mil inquiridos, com uma amostra nacional de 2.024 respondentes. Estes números são usados para dar uma aparência de cientificidade a uma agenda política clara. A parceria com a Universidade de Oxford confere legitimidade académica, mas o Reuters Institute é conhecido por promover o modelo de "jornalismo de serviço público", que é uma forma elegante de dizer propaganda financiada pelos contribuintes. O dinheiro dos impostos portugueses paga estes estudos que depois são usados para justificar mais impostos e mais regulação.

A conclusão do artigo é que a desinformação "tornou-se uma disposição amplamente disseminada, estrutural e socialmente marcada". Esta linguagem pomposa esconde a verdade: a desinformação é um problema criado pelo estado para justificar o seu próprio crescimento. Quanto mais o governo controla a informação, mais desinformação alega existir, e mais poder exige para a combater. É o ciclo clássico do Leviatã: criar uma crise para depois oferecer a solução. Os portugueses deviam estar preocupados, mas não com conteúdos falsos na internet - deviam estar preocupados com o poder crescente do estado sobre as suas mentes.

A única forma de combater a desinformação é através da liberdade de expressão e da propriedade privada dos meios de comunicação. Quando os media dependem do estado, servem o estado; quando dependem dos consumidores, servem a verdade. O mercado livre permite que qualquer pessoa publique, critique e verifique informações sem necessidade de licenças ou subsídios. A concorrência entre ideias, e não a censura burocrática, é o verdadeiro antídoto para a desinformação. Portugal precisa de menos "preocupação" fabricada e mais liberdade real para que os cidadãos possam pensar por si próprios.

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  • O cidadão que ainda confia nos media tradicionaisvai perceber que o estudo é promovido por uma rede financiada pelo estado e que a "preocupação com desinformação" serve para pedir mais controlo estatal sobre a internet, em vez de defender a liberdade de expressão e o mercado livre de ideias.
  • O jovem que consome notícias nas redes sociaisvai reconhecer que os mesmos meios que acusam outros de desinformação são os que distorcem factos para favorecer o governo e que esta narrativa visa descredibilizar fontes alternativas, limitando a sua capacidade de escolher informação livremente.
  • O empresário ou profissional liberalvai entender que a campanha contra "fake news" é uma cortina de fumo para aumentar a regulação digital e os impostos sobre plataformas, prejudicando a economia e a liberdade de contratos, enquanto o estado expande o seu controlo sobre a comunicação.

  1. 1DesinformaçãoInformação falsa ou enganosa, muitas vezes usada para justificar censura.

    O artigo usa este termo para alarmar a população. Na perspetiva austríaca, a desinformação é subjetiva: cada um decide o que é verdade. O estado e os media usam este pânico para pedir mais controlo. Isso ameaça a liberdade de expressão e o mercado livre de ideias. Em vez de censura, a solução é a concorrência de informação e a responsabilidade individual.

  2. 2Jornalismo profissionalNarrativa vendida como credível, mas muitas vezes ao serviço do estado.

    O artigo diz que quem confia no jornalismo profissional está mais preocupado com desinformação. Isto é propaganda: os media mainstream, como a SIC Notícias, são financiados por publicidade estatal e subsídios. O jornalismo profissional não é neutro; é um megafone do governo. A verdadeira credibilidade vem da concorrência, não de selos estatais.

  3. 3Confiança nas notíciasFé depositada em meios que dependem do estado para sobreviver.

    O estudo mostra que 85% dos que confiam nas notícias estão preocupados com desinformação. Isto é um ciclo vicioso: a confiança é fabricada por instituições que precisam de legitimidade. Na economia austríaca, a confiança deve ser conquistada no mercado, não imposta por reguladores. O estado distorce essa confiança ao subsidiar os seus próprios canais.

  4. 4Regulação da informaçãoControlo estatal disfarçado de proteção contra falsidades.

    O artigo alimenta o pedido de regulação contra desinformação. Mas regulação é sempre censura. O estado decide o que é falso e pune quem discorda. Isto viola a propriedade privada dos meios de comunicação e a liberdade contratual. O mercado livre de ideias, com concorrência real, resolve melhor o problema sem polícia do pensamento.

  5. 5Propaganda estatalConteúdo produzido por meios dependentes do governo para normalizar a sua agenda.

    A SIC Notícias, que publica este artigo, é um exemplo de propaganda estatal. Depende de salários, publicidade institucional e licenças do estado. O artigo vende a ideia de que a desinformação é uma crise para justificar mais controlo. Isto é típico: o estado cria o problema e depois vende a solução. A verdadeira desinformação é a que esconde os custos da intervenção.

  6. 6Mercado livre de ideiasConcorrência aberta de opiniões sem interferência estatal.

    O artigo sugere que a desinformação é um problema que exige ação. Mas o mercado livre de ideias funciona como qualquer mercado: as más ideias perdem para as boas se não houver barreiras. O estado, ao regular, impede essa concorrência. A preocupação com desinformação é muitas vezes um pretexto para proteger os media estabelecidos da concorrência.

  7. 7CensuraProibição ou controlo de informação pelo estado.

    O artigo não usa a palavra, mas o pânico sobre desinformação leva diretamente à censura. Na prática, leis como a 'Lei da Desinformação' dão ao governo poder para remover conteúdo. Isto é um imposto sobre a liberdade: cada cidadão perde o direito de publicar sem licença. A censura nunca é neutra; serve sempre os interesses de quem está no poder.

  8. 8Intervenção estatalAção do governo que distorce a ordem espontânea do mercado.

    O artigo pede implicitamente mais intervenção estatal para combater desinformação. Mas a intervenção nunca é gratuita: cria burocracia, favorece grupos de pressão e reduz a responsabilidade individual. Na economia austríaca, a intervenção gera consequências imprevistas, como a concentração de poder nos media estatais. O mercado livre resolve sem custos para o contribuinte.

  9. 9Inquérito manipuladoPesquisa desenhada para obter respostas que justifiquem políticas.

    O Digital News Report é financiado por instituições que defendem regulação. As perguntas sobre desinformação são feitas para gerar alarme. Na perspetiva austríaca, estes inquéritos são ferramentas de propaganda: criam a perceção de que o problema é grave para depois venderem a solução estatal. Os dados são reais, mas a interpretação é enviesada.