
Saudações libertárias e um feliz 2026!
Análise Libertária
Chegamos ao fim de 2025 com a certeza de que ser libertário, em Portugal, é um ato de resistência. Ser libertário não é fácil, porque não prometemos nada. Não oferecemos cargos, subsídios, tachos, nem fantasias de proteção estatal. Não prometemos roubar ninguém para dar a outro. Não declaramos que o "bem comum" nos autoriza a invadir bolsos, vidas e consciências. Ser libertário é ter a coragem de olhar alguém nos olhos e dizer: tu és dono da tua vida, do teu corpo, do teu trabalho e do fruto dele - e ninguém tem o direito moral de se apropriar disso à força.
Foi com este espírito que, em Março de 2025, arrancámos com a Associação dos Libertários Portugueses - um primeiro alicerce, humilde mas firme, para que a ideia de liberdade ganhe forma organizativa. Em Setembro do mesmo ano, iniciámos o processo de recolha de assinaturas online: sem aparato partidário, sem máquinas de propaganda, sem milhões de euros de impostos alheios. Apenas com convicção, trabalho voluntário, e a crença profunda de que o estado não é dono das pessoas. Não sabemos se o país está pronto para ouvir isto. Mas sabemos que é a verdade.
Olhamos agora para 2026 com uma esperança que não é romântica, nem ingénua: é uma esperança disciplinada. Que este novo ano seja o ano em que alcançamos finalmente as assinaturas necessárias para registar o Partido Libertário no Tribunal Constitucional. Não um partido para pedir mais estado, mas um partido para exigir menos: menos coerção, menos interferência, menos engenharia social, menos confiscos mascarados de "solidariedade".
Em Fevereiro, ou no mais tardar em Março de 2026, realizaremos a próxima reunião da Associação, onde iremos prestar contas - como é devido entre homens livres - aos nossos membros. Iremos partilhar os resultados, as atividades, o que conseguimos, e o que ainda falta. Transparência e responsabilidade são exigências morais. Se chegarmos ao registo, não será um fim - será um início. O primeiro passo de um longo e difícil caminho para defender aquilo que parece simples, mas que quase ninguém ousa afirmar: que cada indivíduo, e não o estado, é o protagonista da sua própria vida.
A todos os que caminham connosco, mesmo quando o caminho é íngreme, deixamos o nosso sincero voto: que 2026 seja um ano fértil em coragem, em lucidez e em liberdade. Desejamos um feliz 2026 e enviamos, com orgulho, as nossas saudações libertárias.
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- O cidadão cansado de promessas eleitorais vazias - vai reconhecer aqui a única força política que não oferece tachos nem subsídios, mas sim a verdade sobre quem deve governar a tua vida.
- O trabalhador que vê o estado confiscar metade do seu rendimento - vai entender que existe quem defenda o teu direito exclusivo ao fruto do teu trabalho e da tua dedicação.
- O jovem que questiona o estatismo reinante nas escolas e nos meios de comunicação - vai encontrar argumentos sólidos para desafiar a narrativa de que o estado é a solução para todos os problemas.
1ImpostosO estado tirar à força o fruto do teu trabalho.
É o que o governo te tira do ordenado sem te perguntar. O texto chama-lhe "confiscos" e diz que são roubo disfarçado de solidariedade. Se tu fizeste o trabalho, por que é que outro tem direito ao teu dinheiro?
2CoerçãoObrigar alguém à força a fazer o que não quer.
É usar ameaças ou violência para controlar pessoas. O texto quer "menos coerção" porque o estado vive de obrigar as pessoas contra a sua vontade. Se recusares pagar impostos, homens armados vão ter contigo.
3Engenharia socialO estado a tentar moldar a sociedade como um laboratório.
É quando governantes acham que sabem como deves viver e tentam manipular-te. O texto critica esta pretensão de controlar comportamentos. É o tipo que acha que pode reorganizar a sociedade como se fosse um brinquedo.
4Bem comumDesculpa usada para justificar o estado meter-se na tua vida.
Dizem que é pelo interesse de todos, mas ninguém perguntou a ti. O texto diz que isto "autoriza a invadir bolsos, vidas e consciências". Uma desculpa bonita para fazer coisas feias.
5ConfiscoTirar à força o que é teu.
É roubo com aparência legal. O texto fala de "confiscos mascarados de solidariedade" para descrever como o estado te tira o dinheiro. Chamam-lhe imposto, taxa ou contribuição, mas o efeito é o mesmo.
6SubsídiosDinheiro que o estado dá a alguns com o que tirou a outros.
O texto diz que o partido não oferece subsídios porque isso seria comprar votos com dinheiro alheio. É o estado a escolher quem merece o teu dinheiro. Sempre há alguém que ganha à custa do teu trabalho.
7Protecção estatalA ilusão de que o estado cuida de ti.
O texto chama-lhe "fantasia" porque o estado não te protege de verdade. Protege-se a si próprio e aos seus interesses. Achas que a polícia está lá para te defender ou para defender o sistema?
8AutopropriedadeTu és dono de ti, do teu corpo e do teu trabalho.
É a ideia base: ninguém tem direito a usar-te contra a tua vontade. O texto diz que és dono da tua "vida, corpo, trabalho e fruto dele". Se não és dono de ti, és propriedade de alguém.
9Trabalho voluntárioTrabalhar porque queres, não porque te obrigam.
O texto orgulha-se de usar apenas trabalho voluntário, sem dinheiro de impostos. É o oposto do estado, que paga tudo com dinheiro roubado. Quem trabalha de graça por uma causa acredita nela.
10TransparênciaMostrar abertamente o que se faz com o dinheiro e o poder.
O texto promete prestar contas aos membros da associação. É o que o estado nunca faz de verdade, apesar de gastar bilhões. Quem não tem nada a esconder não precisa de secretismo.
Informações
em 2 de março de 2026
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