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Saudações libertárias e um feliz 2026!
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Saudações libertárias e um feliz 2026!

Resumo

Portugal poderá ver nascer em 2026 uma nova força política dedicada a limitar o poder estatal, caso sejam recolhidas as assinaturas necessárias para o registo oficial no Tribunal Constitucional. O processo decorre sem financiamento público, dependendo exclusivamente de trabalho voluntário e convicção ideológica.

A iniciativa defende que cada indivíduo é dono da sua vida, do seu corpo e do fruto do seu trabalho — e que ninguém tem direito moral de se apropriar disso à força. Propõe menos coerção, menos interferência e menos confiscos disfarçados de solidariedade, colocando a pessoa, e não o estado, no centro da sua própria existência.

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  • O cidadão cansado de promessas eleitorais vazias - vai reconhecer aqui a única força política que não oferece tachos nem subsídios, mas sim a verdade sobre quem deve governar a tua vida.
  • O trabalhador que vê o estado confiscar metade do seu rendimento - vai entender que existe quem defenda o teu direito exclusivo ao fruto do teu trabalho e da tua dedicação.
  • O jovem que questiona o estatismo reinante nas escolas e nos meios de comunicação - vai encontrar argumentos sólidos para desafiar a narrativa de que o estado é a solução para todos os problemas.

Eufemismo como Disfarce - O estado usa termos como "solidariedade" para camuflar a realidade dos confiscos fiscais, transformando a rapina coerciva em suposto ato moral, como o texto expõe ao referir "confiscos mascarados de 'solidariedade'".
Falsa Autoridade Moral - O estado invoca conceitos vagos como "bem comum" para justificar a invasão de bolsos, vidas e consciências, criando uma cortina de fumo ética que dissimula a natureza agressiva da tributação e da regulação.
Promessa de Proteção - O estado vende a fantasia de proteção estatal como se fosse benefício e não dependência, criando uma ilusão de segurança que o texto denuncia ao afirmar que o Partido Libertário não oferece "fantasias de protecção estatal" nem "tachos".

  1. 1ImpostosO estado tirar à força o fruto do teu trabalho.

    É o que o governo te tira do ordenado sem te perguntar. O texto chama-lhe "confiscos" e diz que são roubo disfarçado de solidariedade. Se tu fizeste o trabalho, por que é que outro tem direito ao teu dinheiro?

  2. 2CoerçãoObrigar alguém à força a fazer o que não quer.

    É usar ameaças ou violência para controlar pessoas. O texto quer "menos coerção" porque o estado vive de obrigar as pessoas contra a sua vontade. Se recusares pagar impostos, homens armados vão ter contigo.

  3. 3Engenharia socialO estado a tentar moldar a sociedade como um laboratório.

    É quando governantes acham que sabem como deves viver e tentam manipular-te. O texto critica esta pretensão de controlar comportamentos. É o tipo que acha que pode reorganizar a sociedade como se fosse um brinquedo.

  4. 4Bem comumDesculpa usada para justificar o estado meter-se na tua vida.

    Dizem que é pelo interesse de todos, mas ninguém perguntou a ti. O texto diz que isto "autoriza a invadir bolsos, vidas e consciências". Uma desculpa bonita para fazer coisas feias.

  5. 5ConfiscoTirar à força o que é teu.

    É roubo com aparência legal. O texto fala de "confiscos mascarados de solidariedade" para descrever como o estado te tira o dinheiro. Chamam-lhe imposto, taxa ou contribuição, mas o efeito é o mesmo.

  6. 6SubsídiosDinheiro que o estado dá a alguns com o que tirou a outros.

    O texto diz que o partido não oferece subsídios porque isso seria comprar votos com dinheiro alheio. É o estado a escolher quem merece o teu dinheiro. Sempre há alguém que ganha à custa do teu trabalho.

  7. 7Protecção estatalA ilusão de que o estado cuida de ti.

    O texto chama-lhe "fantasia" porque o estado não te protege de verdade. Protege-se a si próprio e aos seus interesses. Achas que a polícia está lá para te defender ou para defender o sistema?

  8. 8AutopropriedadeTu és dono de ti, do teu corpo e do teu trabalho.

    É a ideia base: ninguém tem direito a usar-te contra a tua vontade. O texto diz que és dono da tua "vida, corpo, trabalho e fruto dele". Se não és dono de ti, és propriedade de alguém.

  9. 9Trabalho voluntárioTrabalhar porque queres, não porque te obrigam.

    O texto orgulha-se de usar apenas trabalho voluntário, sem dinheiro de impostos. É o oposto do estado, que paga tudo com dinheiro roubado. Quem trabalha de graça por uma causa acredita nela.

  10. 10TransparênciaMostrar abertamente o que se faz com o dinheiro e o poder.

    O texto promete prestar contas aos membros da associação. É o que o estado nunca faz de verdade, apesar de gastar bilhões. Quem não tem nada a esconder não precisa de secretismo.