
O bandido Trump prende o bandido Maduro
Resumo
A intervenção militar norte-americana na Venezuela representa uma violação frontal do direito internacional, da soberania territorial e do princípio da não-intervenção entre Estados. A retórica diplomática sobre "democracia" e "transição pacífica" esconde a realidade de uma agressão entre potências que reconhecem apenas a força como argumento. A União Europeia e outras potências que agora silenciam perante esta violação são as mesmas que encerraram populações inteiras durante a pandemia, impuseram inoculações sob chantagem e sustentam o rouro sistemático através da inflação provocada pelos bancos centrais.
A liberdade não se exporta com helicópteros nem se impõe pela força, por mais repugnante que seja o regime visado. Estados que confiscam salários via inflação, escravizam gerações com dívida pública e impedem a vida económica com regulações kafkianas não possuem legitimidade moral para se apresentarem como defensores da democracia ou dos direitos humanos.
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- O defensor das "democracias ocidentais" - vai perceber que os Estados que se apresentam como guardiões dos direitos humanos são os mesmos que prenderam populações inteiras em casa e impuseram vacinas obrigatórias sob chantagem
- Quem acredita na intervenção militar para "exportar liberdade" - vai entender que a liberdade não se impõe com helicópteros nem bombas, e que mudanças de regime pela força só substituem um bandido por outro
- O contribuinte esmagado por impostos e inflação - vai reconhecer que os mesmos governos que dão lições de moralidade internacional são os que roubam sistematicamente as pessoas através da inflação planeada e impostos confiscatórios
1InflaçãoCriação de dinheiro novo pelo banco central que rouba o valor às poupanças.
Para a escola austríaca, inflação é sempre expansão monetária — não subida de preços, que é apenas a consequência. O artigo menciona 'inflação planeada' como roubo silencioso dos salários. Em Portugal, o euro fez perder mais de 30% de poder de compra desde 2000.
2ImpostosApropriação forçada do fruto do trabalho alheio pelo estado.
O texto chama-lhe 'impostos confiscatórios' — o estado toma o que é teu sem pedir autorização. Não é partilha nem contribuição: é tomada à força com ameaça de prisão. Um trabalhador português entrega ao estado cerca de 40-50% do que ganha entre IRS, IVA, contribuições e taxas várias.
3Não-intervençãoPrincípio de que nenhum estado deve intervir noutro país.
O artigo defende que a Venezuela é 'problema dos venezuelanos' — nem sanções, nem bloqueios, nem invasões. Cada povo resolve os seus assuntos. A liberdade não se exporta com helicópteros nem bombas.
4Dívida públicaEndividamento que obriga gerações futuras a pagar gastos atuais.
O texto fala de dívida que 'escraviza gerações futuras que nunca consentiram'. Políticos gastam hoje e são os netos a pagar. Portugal tem uma dívida superior a 120% do PIB — cada recém-nascido já deve mais de 22 000 euros.
5AutodeterminaçãoDireito de cada povo decidir o seu próprio destino sem imposição externa.
O artigo critica mudanças de regime impostas pela força. Um povo tem de construir a sua liberdade — não pode receber encomenda dos Estados Unidos ou de qualquer outra potência. Imposição externa é trocar um tirano por outro.
6RegulaçãoConjunto de regras impostas pelo estado que atrapalham a vida e a economia.
O texto menciona 'emaranhado de regulações kafkianas' que impedem a procura da felicidade. Quem quer abrir um negócio em Portugal enfrenta dezenas de licenças, autorizações e requisitos que só servem para proteger quem já está instalado.
7Violência estatalUso da força pelo governo para impor as suas vontades.
O artigo mostra Estados que 'não reconhecem qualquer limite à sua própria violência' — prendem populations, impõem vacinas, invadem países. O estado actua sempre com ameaça de força: se não pagares, vais para a cadeia.
8Hipocrisia políticaDiscurso de defesa de princípios que só se aplica aos adversários.
O texto mostra a União Europeia a invocar 'direito internacional' para inimigos mas a ignorá-lo para aliados. O mesmo governo que prendeu pessoas em casa por decretos agora fala de democracia e direitos. A regra é clara: para os amigos, tudo; para os outros, a lei.
Informações
em 2 de março de 2026
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