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O Partido Libertário deseja um Bom Natal a todos, em liberdade!
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O Partido Libertário deseja um Bom Natal a todos, em liberdade!

Resumo

O Natal de 2021 ficou marcado por restrições governamentais severas, incluindo um episódio em que um responsável estatal sugeriu que as famílias poderiam celebrar a festa ao pequeno-almoço em vez da ceia tradicional. Este comentário simboliza uma mentalidade que se arroga o direito de redefinir costumes, tradições e rituais familiares através de decretos e normativos sanitários. Durante meses, o país suportou confinamentos arbitrários, uso obrigatório de máscara e segregação de quem recusasse substâncias experimentais.

A resposta à crise sanitária demonstrou que o estado moderno não hesita em suspender direitos fundamentais e eliminar a soberania individual sobre o próprio corpo quando dispõe de uma narrativa conveniente. A liberdade pessoal, a responsabilidade individual e o direito à família devem ser restituídos aos cidadãos, sem a interferência de organismos coercivos que impõem obediência em vez de respeitarem escolhas livres.

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  • Quem ainda acredita que o estado protege os cidadãos - vai perceber como o regime usou a pandemia para esmagar direitos fundamentais e tratar adultos como súbditos sem soberania
  • Quem perdeu um familiar durante o confinamento e foi impedido de estar presente nos últimos momentos ou no funeral - vai sentir-se validado na sua revolta contra a crueldade institucionalizada
  • Quem foi discriminado por recusar a inoculação experimental e sofreu sanções profissionais ou sociais - vai encontrar aqui uma voz que defende a posse do próprio corpo como direito inalienável

Redefinição Arbitrária de Tradições - O estado, através da declaração de Rui Portugal sobre o Natal poder ser reduzido a um pequeno-almoço, demonstra como o regime se arroga o direito de redefinir costumes, afectos e rituais familiares conforme a conveniência sanitária do momento, tratando tradições milenares como meras variáveis ajustáveis por decreto.
Normalização da Submissão - As medidas impostas durante a pandemia — fraldas faciais inúteis como protecção mas eficazes como símbolo de obediência, confinamentos sem mandado judicial, segregação de não inoculados — funcionaram como instrumentos para habituar a população a aceitar ordens administrativas sem questionamento, substituindo a responsabilidade individual pela obediência cega.
Exploração do Medo para Justificar Coerção - O estado utilizou a narrativa pandémica para suspender o estado de direito, apresentando restrições extremas como "excepcionais", "necessárias" e "bem-intencionadas" quando na verdade revelaram a natureza autoritária do regime moderno, que esmaga direitos fundamentais sempre que dispõe de uma narrativa conveniente.

  1. 1CoerçãoUso de força ou ameaças para obrigar alguém a agir contra a sua vontade.

    É quando o estado te obriga a fazer algo sob pena de punição. No artigo, vê-se na imposição de fraldas faciais, confinamentos e "vacinas" obrigatórias. O estado não te pergunta se queres; manda e ponto.

  2. 2estado de direitoPrincípio de que o próprio estado deve respeitar leis e direitos fundamentais.

    Significa que ninguém, nem o governo, está acima da lei. O artigo mostra como isso foi suspenso: pessoas confinadas sem ordem judicial, sem acusação, sem julgamento. O estado fez o que quis.

  3. 3Responsabilidade individualCada pessoa decide e arca com as consequências das suas escolhas.

    É o oposto de o governo te tratar como criança que precisa de orientação. O artigo critica a DGS por substituir a responsabilidade de cada um por ordens administrativas. Tu decides o que é melhor para ti.

  4. 4Liberdade pessoalPoder de fazer escolhas sobre a própria vida sem autorização alheia.

    É o direito de decidir com quem passas o Natal, se usas máscara, que substâncias injectas no teu corpo. O Partido Libertário quer a restituição plena desta liberdade que foi roubada.

  5. 5Direitos fundamentaisDireitos básicos que não podem ser retirados por nenhum governo.

    Incluem a liberdade de reunião, de expressão, de ir e vir. O artigo mostra o estado a esmagar estes direitos com a desculpa de uma pandemia. Direitos não são privilégios concedidos por despacho.

  6. 6Intervenção estatalO estado a meter-se em áreas que deveriam ser de decisão pessoal ou do mercado.

    É o governo a regulamentar costumes, tradições, afectos e rituais familiares – como ditar como se passa o Natal. Quanto mais o estado intervém, menos liberdade tens.

  7. 7SubmissãoAceitar ordens sem questionar, perder a capacidade de dizer não.

    O artigo descreve um país "domesticado" por meses de decretos e ameaças. As fraldas faciais eram símbolo disso: inúteis como protecção, eficazes como sinal de obediência.

  8. 8SegregaçãoSeparação de pessoas em grupos com direitos diferentes pelo estado.

    Aconteceu com quem recusou a inoculação experimental: tratados como párias, excluídos da vida social e profissional. O estado criou cidadãos de primeira e de segunda.

  9. 9Poder arbitrárioAutoridade sem limites, que faz o que quer quando quer.

    É o estado que se arroga o direito de redefinir costumes e tradições. Um funcionário com microfone a explicar como deves celebrar o Natal ou chorar os teus mortos.

O Partido Libertário deseja um Bom Natal a todos, em liberdade!