Voltar ao propaganda.pt
A cadastrada e não eleita Lagarde leva 700 mil euros ano!
Twitter / X· Partido Libertário· Partido Libertário 🇵🇹

A cadastrada e não eleita Lagarde leva 700 mil euros ano!

Resumo

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, aufere cerca de 700 mil euros anuais isenta de impostos nacionais, contribuições para a segurança social e taxas patronais. Este privilégio expõe uma estrutura de poder não eleita, juridicamente blindada e politicamente intocável que exige transparência aos outros mas se autoexclui das regras que impõe.

O BCE sustenta artificialmente a dívida pública através da compra de obrigações, permitindo défices permanentes financiados por inflação que erode silenciosamente o poder de compra das pessoas. A liberdade monetária — com fim do monopólio dos bancos centrais, das leis de curso legal obrigatório e abertura à concorrência entre moedas — é a única via para devolver às pessoas o controlo sobre o seu dinheiro.

Partilha este artigo com:

  • O trabalhador que vê o salário a perder valor todos os meses - vai compreender por que motivo a inflação não é um fenómeno natural, mas sim um imposto invisível criado pela expansão monetária do Banco Central Europeu.
  • O contribuinte revoltado com privilégios da elite política - vai descobrir que Lagarde recebe 700 mil euros isentos de impostos e contribuições, enquanto ele paga até ao último cêntimo.
  • O eleitor desiludido com a política tradicional - vai perceber que a esquerda e a direita silenciam porque ambas dependem do monopólio monetário para financiar despesas públicas que levariam qualquer governo à bancarrota.

Conluio de Silêncio - O texto expõe como o sistema político e mediático mantém um silêncio cúmplice e transversal sobre os privilégios do BCE, com todos os partidos da esquerda à direita a ignorarem o assunto porque o estado moderno depende do monopólio monetário para financiar despesa e dívida pública.
Dupla Medida - O BCE exige transparência às empresas cotadas, disciplina orçamental aos Estados e sacrifícios aos cidadãos, mas auto-exclui-se das regras que impõe: Lagarde não paga imposto nacional, não contribui para a segurança social e as deduções são internas, opacas e administradas pelo próprio sistema europeu.
Falsa Inevitabilidade - O monopólio monetário é apresentado como uma inevitabilidade histórica e idolatrado nas academias, ocultando que existem alternativas concretas como a liberdade monetária, o fim das leis de curso legal e a possibilidade de liquidar impostos em qualquer moeda.

  1. 1Monopólio monetárioSó o estado pode emitir moeda, sem concorrência.

    O estado proíbe que qualquer pessoa crie moeda alternativa. O artigo mostra como o Banco Central Europeu tem o controlo exclusivo do euro. A Lagarde ganha 700 mil euros ano porque ninguém mais pode emitir essa moeda.

  2. 2InflaçãoAumento da quantidade de dinheiro, que faz perder valor.

    Não é preços a subir — é dinheiro a perder valor porque há mais dele em circulação. O BCE cria dinheiro novo para comprar dívida dos Estados. Isso faz com que os teus euros comprem menos coisas ao fim de alguns anos.

  3. 3Banco CentralInstituição que controla a moeda e o crédito.

    O BCE decide quanto dinheiro existe e a que preço o podem pedir emprestado. Ninguém elegeu a Lagarde, mas ela decide o valor do teu dinheiro. É o centro do poder real na Europa actual.

  4. 4Reservas fraccionáriasBancos emprestam dinheiro que não têm.

    Quando depositas 100 euros, o banco pode emprestar 90 desses euros a outra pessoa. O artigo diz que isto devia ser tratado como mútuo, não como depósito. O Partido Libertário quer acabar com esta prática.

  5. 5Liberdade monetáriaDireito de usar a moeda que quisermos.

    Cada pessoa deveria poder escolher em que moeda recebe, paga e poupa. O artigo propõe poder pagar impostos em qualquer moeda, não só euros. Bitcoin ou ouro seriam alternativas legais ao dinheiro estatal.

  6. 6Curso legalObrigação de aceitar uma moeda para pagar dívidas.

    A lei obriga-te a aceitar euros, mesmo que não confies neles. O artigo propõe acabar com esta obrigação. Se preferires ser pago em outra coisa, devias poder recusar euros.

  7. 7Poder de compraQuantidade de bens que o teu dinheiro consegue comprar.

    Quando o BCE cria mais euros, cada euro vale menos. O artigo chama a isto 'erosão silenciosa do poder de compra'. Um café que custava 30 cêntimos em 2002 hoje custa mais de 1 euro.

  8. 8SinecuraCargo bem pago com pouco ou nenhum trabalho real.

    Um emprego que dá muito dinheiro mas não exige prestação de contas. O artigo chama assim ao posto da Lagarde no BCE. Ela não foi eleita e ganha 700 mil euros ano sem pagar impostos normais.

  9. 9Dívida públicaDinheiro que o estado pede emprestado e promete devolver.

    Os Estados gastam mais do que arrecadam e pedem emprestado para cobrir a diferença. O BCE compra essa dívida para os Estados poderem continuar a gastar. Portugal deve mais de 250 mil milhões de euros.