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Dos €22 mil milhões do PTRR, um terço virá do privado, mas não se sabe de onde (eis a longa a lista de investimentos até 2034)
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Dos €22 mil milhões do PTRR, um terço virá do privado, mas não se sabe de onde (eis a longa a lista de investimentos até 2034)

David Dinis assina no Expresso um relatório sobre os 22,6 mil milhões de euros do PTRR, normalizando mais uma rodada de pesada intervenção estatal. O texto tenta passar a imagem de um "esforço partilhado", mas logo se percebe que a esmagadora maioria da verba brota da coerção fiscal ou de fundos europeus, reservando a chamada "iniciativa privada" para mero planeamento central disfarçado de parcerias. Esta agenda do governo recorda os velhos planos quinquenais soviéticos, onde a máquina estatal dita todos os passos da economia sob a falsa ilusão de um mercado livre a funcionar. Na realidade, o que o artigo omite é que estes megaprojetos se sustentam em impostos e na expansão monetária que destrói o poder de compra, distorcendo por completo os preços e sabotando a verdadeira coordenação espontânea do mercado.

Fonte de propaganda estatal

Conteúdo difundido por uma fonte financiada, protegida ou condicionada pelo estado, usado para normalizar coerção, burocracia e dependência política.

Falsa Narrativa de Mercado Livre - O artigo mascara o corporativismo estatal como se fosse livre iniciativa, afirmando que "cerca de um terço (7,6 mil milhões) são assumidos como investimento privado, em PPP ou concessões", quando na verdade estes esquemas são apenas monopólios concedidos pelo estado que destroem o cálculo económico à custa da coação dos contribuintes.
Ilusão de Planeamento Central - A peça normaliza a arrogância burocrática de controlar a economia como se o estado pudesse calcular as necessidades futuras, apresentando o valor de "22,6 mil milhões de euros do PTRR anunciado pelo governo de Luís Montenegro" até 2034, o que replica o falhanço típico dos planos quinquenais soviéticos onde a ordem espontânea é ignorada.
Instrumentalização de Crises - O texto justifica uma gigantesca expansão de despesa pública financiada por inflação ou mais impostos, utilizando o pretexto de uma catástrofe meteorológica para avançar com o pacote quando refere estar "assumindo o governo o essencial da resposta deste ano às tesmpestades e cheias do início deste ano".

Análise Libertária

O governo de Luís Montenegro anunciou um plano de 22,6 mil milhões de euros até 2034, chamado PTRR. Este documento lembra os antigos planos quinquenais soviéticos, onde burocratas decidiam a economia sem mercado real. A diferença atual é apenas cosmética, com uns pózinhos de iniciativa privada para disfarçar. O planeamento central é sempre coercivo, independentemente da etiqueta política que os governantes lhe coloquem. Os tecnocratas em Lisboa acreditam conseguir distribuir recursos melhor que milhões de indivíduos livres a agir voluntariamente.

Dos 22,6 mil milhões previstos, cerca de um terço representa suposto "investimento privado", totalizando 7,6 mil milhões em parcerias. Os restantes dois terços, somando 15 mil milhões, são verbas públicas confiscadas aos contribuintes portugueses. Desta quantia, 8,4 mil milhões vêm das administrações públicas, incluindo 6,2 mil milhões diretamente do orçamento do estado. Nenhum cêntimo deste dinheiro cresceu em árvores governamentais; tudo foi arrancado aos cidadãos através da coerção fiscal. As empresas estatais como a Global Parques e o grupo Águas de Portugal contribuem com 2,4 mil milhões gerados por monopólios.

O governo apresenta estes 7,6 mil milhões como investimento privado, mas as parcerias público-privadas são tudo menos mercado livre. Nestes esquemas, o estado socializa os prejuízos enquanto permite aos privilegiados lucrarem com rendas garantidas. As concessões e parcerias representam capitalismo de compadrio, não a ordem espontânea do mercado livre. Os lucros ficam privatizados para grupos de pressão amigos do poder, enquanto os riscos recaem sobre os contribuintes. Um verdadeiro investimento privado opera sem garantias estatais, competindo livremente por clientes voluntários num mercado aberto.

Quando o governo fala em "investimento público", está simplesmente a descrever riqueza confiscada aos seus legítimos donos. Os 15 mil milhões prometidos até 2034 representam consumo forçado que substitui

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  • O contribuinte que ainda acredita na "iniciativa privada" do governo - precisa de compreender que 7,6 mil milhões sem fontes definidas é planeamento central soviético com rótulo de mercado livre.
  • O empresário asfixiado por impostos e burocracia - vai reconhecer como o estado o transforma em refém de concessões e PPP para financiar fantasias que não consegue pagar.
  • O estudante de história atento aos totalitarismos - vai identificar neste PTRR a mesma arrogância dos Planos Quinquenais, onde burocratas decidem o futuro de uma economia que não dominam.

  1. 1Planeamento centralestado decide por todos onde pôr dinheiro que não é seu.

    Como no artigo: o governo traça uma lista de projetos até 2034 e espera que a realidade obedeça ao desenho.

  2. 2Parcerias público-privadasPrivados ganham, contribuintes pagam.

    Empresa privada fica com os lucros se correr bem, o estado socializa os prejuízos se correr mal. No PTRR, 7,6 mil milhões são supostamente "investimento privado" em PPP. Privado que não arrisca o seu próprio bolso não é privado. É compincha com o erário público alheio.

  3. 3Concessõesestado escolhe quem ganha o negócio.

    O governo atribui a uma empresa o direito de explorar algo durante décadas. Quem decide não é o cliente, mas o político. No plano de Montenegro, concessões representam uma fatia dos tais 7,6 mil milhões "privados". Milagre: o dinheiro aparece quando há garantias estatais por trás.

  4. 4Empresas públicasNegócios que nunca falhem porque tu pagas.

    Empresas que não precisam de clientes satisfeitos para sobreviver. Têm o contribuinte como refém. O artigo menciona Global Parques e Águas de Portugal como fontes de 2,4 mil milhões de investimento. Se fossem eficientes, não precisavam do estado para existir.

  5. 5Fundos europeusDinheiro de contribuintes de outros países.

    Portugal recebe 4,2 mil milhões de Bruxelas e o governo faz pose de generoso. Aquele dinheiro saiu do bolso de trabalhadores alemães, holandeses e outros. Não é "grátis". Tem custos de conformidade e cria dependência. Mas nas contas do PTRR aparece como se caísse do céu.

  6. 6Orçamento do estadoTeu dinheiro gasto por quem não o ganhou.

    6,2 mil milhões saem diretamente do orçamento. Isto é riqueza confiscada a portugueses que trabalham, para ser gasta conforme a vontade de políticos. Não há processo de mercado, não há teste de lucro e perda. Há apenas decisões políticas disfarçadas de "investimento".

  7. 7Ilusão orçamentalFazer crer que tudo se paga sem custos.

    O governo anuncia 22,6 mil milhões como se fosse uma dádiva. Não diz que esse dinheiro vem de impostos, inflação ou endividamento futuro. Os 7,6 mil milhões "privados" não têm fonte identificada. É prometer o império sem dizer quem paga a pedrada.

  8. 8Capitalismo de compinchasNegócios fechados entre políticos e empresas.

    Quando o estado escolhe quem ganha contratos e concessões, não há mercado livre. Há favoritismo. Os tais 7,6 mil milhões de investimento privado em PPP são o exemplo perfeito: empresas "privadas" que lucraram com ligações ao poder. Os consumidores não escolhem, os políticos escolhem por eles.

  9. 9Cálculo económicoSem preços reais, o estado planeia às cegas.

    Um empreendedor usa preços para saber se está a criar valor. O governo não tem esse sinal porque não arrisca capital próprio. No PTRR, projetos são escolhidos por critérios políticos, não por rentabilidade real. Resultado: pontes para lado nenhum, TGVs sem passageiros, parques sem empresas.

Dos €22 mil milhões do PTRR, um terço virá do privado, mas não se sabe de onde (eis a longa a lista de investimentos até 2034)